O Núcleo Empresarial da Região de Évora (NERE) e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo lançaram o simulador Eco.Economia Alentejo Central que visa sensibilizar e implantar as boas práticas da economia circular.

O simulador Eco.Economia Alentejo Central, cofinanciado pelo Alentejo 2020, permite medir a pegada ecológica das empresas.

“O lançamento desta plataforma marca o início de uma nova fase deste projeto, que surge para dar resposta a um conjunto de desafios essenciais na área da economia circular, nomeadamente: sensibilização e consciencialização do tecido empresarial, reforço da competitividade das empresas participantes através da divulgação dos seus projetos e a promoção do uso eficiente e produtivo de recursos”, lê-se em comunicado divulgado.

O simulador da pegada ecológica pretende calcular de uma “forma expedita” os impactes causados pelas pegadas deixadas pelas empresas em resultado das suas atividades, mais concretamente as boas práticas relacionadas, por exemplo, com a utilização da água, da energia elétrica e o transporte de pessoas e bens. No final, é exibida uma pontuação de 0 a 100, bem como a classificação em hectares globais (GHA).

“É objetivo do NERE, com a apresentação deste simulador sensibilizar as empresas para as boas práticas ambientais, e sobretudo, promover o aumento da sua competitividade através da implementação de políticas de sustentabilidade Ambiental. Entendemos que só assim poderemos inovar e ir mais longe no nosso ecossistema empresarial”, salientou o presidente do NERE, Rui Espada.

No site é possível ainda proceder à inscrição de eventos de matching empresarial, consultar a agenda e, no mercado virtual, comprar ou vender materiais que já não sejam necessários para as empresas, promovendo assim a criação de parcerias para a sustentabilidade e a economia circular.

O site e o simulador têm como principal objetivo consciencializar a população para a escassez premente dos recursos do planeta, incentivando a criação de estratégias inovadoras para o território do Alentejo Central, que promovam a transição para a economia circular.

Fonte: IndústriaeAmbiente