* Consumo de matérias-primas em 2012



Consumo de Matérias-Primas
    (Empresas  Associadas na IACA)
1 000 Toneladas

 

2011

2012

Var. %

Cereais

1 711

1 699

-0.7

Oleaginosas

754

720

-4.5

PSC

139

85

-38.8

Diversos

488

533

9.2

No que respeita ao consumo de matérias-primas, com uma conjuntura particularmente desfavorável, caracterizada pela excessiva volatilidade e por uma tendência de forte subida nos preços, sobretudo ao nível dos cereais (trigo, cevada e milho), estes registaram uma ligeira quebra (-0,7%), reforçando no entanto a taxa de aprovisionamento de 55,3% para 55,9% em 2012.

Com poucas alternativas em termos de substituição e com preços historicamente em alta na soja, devido à forte seca que assolou os Estados Unidos, assistimos a uma quebra na utilização de sementes e bagaços de oleaginosas (-4,5%), cuja estrutura no consumo de matérias-primas se situou nos 23,7% (24,4% em 2011).

Quanto aos PSC (produtos de substituição de cereais), em 2012, repetiu-se a situação de 2010, com a problemática em torno da aprovação de novos eventos geneticamente modificados, que afetou o consumo de derivados de milho, perdendo-se a janela de oportunidade para a importação de corn glúten feed e DDGS que tivemos o ano passado. Deste modo, criou-se uma maior pressão para os cereais e outras matérias-primas, com o consumo destes produtos a registar uma quebra de 38,8% e uma taxa de consumo de 2,8%, contra os 4,5% de 2011.

Finalmente, ao nível dos diversos, consequência da pressão da Indústria na utilização de alternativas viáveis para conter a subida dos preços das principais matérias-primas e melhorar a sua competitividade, assistimos a um aumento de consumo de 9,2%, fixando a taxa de aprovisionamento em 17,6% (15,8% em 2011).


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